Vale a pena importar revestimento da China – Piso Laminado e Piso Vinílico

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Foto: Reprodução.

Por: Marcelo Raupp, empresário e consultor em negócios internacionais. marcelo.raupp@unq.com.br

Nas últimas semanas, devido ao aumento das possibilidades e também das exigências no mundo da arquitetura, tratamos de diferentes tipos de revestimentos que a China pode prover com qualidade. Vimos que o porcelanato, o papel de parede e as pedras industrializadas, como Silestone e Corian, podem sim gerar bons resultados quando trabalhados na importação por uma empresa com a expertise necessária no assunto. Para finalizar a série sobre as oportunidades na importação de diferentes tipos de revestimentos, hoje, os pisos laminados e os pisos vinílicos serão o foco da vez. Afinal, vale a pena importar?

A diferença entre eles

A principal diferença entre ambos está na composição e, naturalmente, as características de cada um estão baseadas nela. O piso laminado é composto por diferentes tipos de madeiras aglomeradas, o que permite o fácil assentamento sem a necessidade de um contrapiso tão nivelado. A propagação do som é um dos seus pontos fracos. O piso vinílico tem a estrutura em PVC e, por isso, consegue abafar bem os ruídos e preservar melhor a temperatura. Além disso, é antialérgico e não mancha, embora seja de fácil abrasão, dependendo do local que estiver exposto. Para este tipo de produto, no entanto, a principal característica ainda está na flexibilidade e colocação. Tanto o piso laminado quanto o piso vinílico podem ser colocados em poucos dias e transferidos para outro lugar quando necessário.

A importação

Para a importação destes produtos também é preciso avaliar suas características. O piso laminado, pela sua natureza, passa por um papel muito mais burocrático na importação. O piso vinílico, por outro lado, tem possibilidades muito maiores com relação às oportunidades.  Primeiro, porque o processo em si é mais simples. Segundo, porque a possibilidade de manufatura na China é muito mais extensa. Desde designs diversificados, a tecnologia de desenvolvimento e instalação permite atender os mais diferentes interesses dos consumidores. E, por último, e mais importante, dois aspectos que complementam o grande benefício: pelo pioneirismo na produção, a China fornece alta qualidade e preços bem atrativos para os pisos vinílicos.

Resultados de uma oportunidade bem aproveitada

Como as opções são muitas, é preciso conhecer bem o mercado que se está atuando. Não serão os chineses que darão a resposta sobre os produtos que mais vendem por aqui. Principalmente, porque os gostos, baseados na cultura, são bem diferentes. Não há dúvidas de que há grandes oportunidades na importação de piso vinílico. Para aproveitar dos resultados, no entanto, é fundamental conhecer o mercado local e, principalmente, contar com uma empresa capacitada que dê o melhor suporte no desenvolvimento na China, faça a negociação internacional para os melhores benefícios, coordene todo o processo logístico e aduaneiro e garanta que o que foi planejado, em termos de custo e tempo, sejam cumpridos conforme seu planejamento.

Texto originalmente publicado no jornal A Tribuna, 18/01/2016, Criciúma-SC.

Para saber mais sobre como importar revestimentos da China, entre em contato com a UNQ Import Export.

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Nosso blog é destaque na revista da Portonave

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O blog O Mundo dos Negócios foi destaque na revista da Portonave de janeiro. Confira o texto do diretor da UNQ, Marcelo Raupp, na publicação.

4 motivos para começar a importar

Por: Marcelo Raupp (marcelo.raupp@unq.com.br)

É fato que hoje a concorrência não é mais regionalizada, simplesmente. Pela crescente capacidade tecnológica e a facilitação na comunicação, as possibilidades de negócios são inúmeras e as empresas têm acesso a quase todo o mundo naturalmente. Os produtos internacionais chegam ao Brasil com mais facilidade e os consumidores têm muito mais opções de escolha na hora da compra. Por isso, é preciso encontrar caminhos para convencer que a melhor alternativa é a sua, transformando as ameaças de um mundo globalizado em oportunidades regionais. Para entender um pouco mais das vantagens, destaco a seguir quatro principais motivos.

Redução de Custos

Abrindo oportunidades para compras internacionais, a empresa multiplica a sua possibilidade de suprimento e o parâmetro é mais completo na hora da decisão. Em alguns casos, a importação direta possibilita uma redução maior que 50% se comparada com a compra nacional. Isso mesmo! O custo de toda a importação, incluindo o produto, o frete internacional, os impostos e todas as taxas envolvidas, pode gerar uma economia muito importante num momento econômico em que as vantagens competitivas estão nos detalhes. Não é raro ver empresas economizando R$ 200 mil por mês por estarem à frente neste processo de compras. E mesmo que o ganho seja menor, as vantagens conseguidas em escala certamente farão uma grande diferença na concorrência acirrada. Com custo mais baixo, é possível promover melhores preços, ganhando no giro do produto, ou aumentar a margem na venda, mantendo os preços.

Produtos Diferenciados

Sabemos que alguns países são marcados por terem bastante afinidade com certos tipos de mercados. São especialistas em moda, tecnologia, produtos alimentícios, etc. que acabam sendo referência no desenvolvimento de produtos dentro do nicho. A aproximação com empresas destes países que criam as tendências nas suas áreas é muito importante para apresentar produtos diferenciados e com antecedência no mercado. Complementar o portfólio com um mix de produtos novos pode ser o diferencial na opção do cliente. Além disso, produtos inovadores nem sempre são mais caros. Há exemplos frequentes de empresas que encontraram produtos diferenciados lá fora com valores compatíveis com o mercado.

Informações Atualizadas e Antecipadas

Em um mundo assim globalizado, as informações são a base para as melhores decisões. Quanto mais pudermos entender as dinâmicas das compras internacionais, mais preparados estaremos para tomar decisão em um mercado tão volátil. O contato com o mundo de onde se importa permite receber as informações com antecedência. Seja em tendências, tecnologia, economia, logística e afins, todas as informações darão subsídio para um caminho com menos riscos.

Resultados de uma oportunidade bem aproveitada

As características do mercado atual, com uma velocidade de mudança muito intensa e uma concorrência cada vez mais global e acirrada, demandam um perfil empresarial com a mesma dinâmica. Buscar vantagens competitivas nos detalhes, permitindo que as oportunidades de compra global façam parte do dia a dia da empresa, é pré-requisito para um caminho bemsucedido. Afinal, o dinheiro se ganha na compra bem feita.

 

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Como se preparar para desenvolver grandes clientes internacionais

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Já abordamos em colunas anteriores o tema internacionalização de empresas brasileiras. Em momentos de crise, muitas organizações em nosso país buscam como saída a expansão de seus negócios através da abertura de grandes clientes em mercados desenvolvidos, tais como América do Norte e a Europa Ocidental. Entretanto, poucas são as empresas que conseguem ter êxito pois, além de a concorrência ser muito grande, as exigências deste tipo de clientes normalmente são muito altas. Muitas empresas brasileiras não conseguem se adaptar a estas exigências e acabam no meio do caminho.

Grandes contas buscam o desenvolvimento sustentável de toda a cadeia de suprimentos

Estamos auxiliando um cliente no desenvolvimento de uma grande conta no Reino Unido. Esta cadeia de lojas britânica entende que a valorização de sua marca passa não somente pelo controle de seus processos internos, mas também pela otimização de toda a sua cadeia de suprimentos. Desta forma, na seleção de seus fornecedores, ela não está somente preocupada com o produto e o preço dos seus fornecedores. A empresa também exige que os mesmos ofereçam boas condições de trabalho aos seus colaboradores, exige que os fornecedores desenvolvam bons padrões de sustentabilidade e exige também a implantação de padrões éticos.

Isso significa que não adianta um fornecedor brasileiro produzir com boa qualidade às custas de horas-extras diárias de seus colaboradores na fabricação destes produtos. Não adianta o produto ser inovador, mas os colaboradores da fábrica estarem expostos a condições de trabalho perigosas. Não adianta a empresa ter baixo custo, mas não ter um sistema de controle de poluição fabril. Não adianta o fornecedor ser líder em seu segmento, mas estar envolvido em esquemas de corrupção.

A internacionalização demanda adaptação em todos os processos organizacionais

Na prática, empresas brasileiras que queiram atender grandes contas mundiais deverão, além de garantir um produto bom e barato, investir continuamente na melhoria dos seus processos internos e de seus fornecedores, respeitar a legislação, criar sistemas de qualidade que garantam que garantam também o cumprimento das normas ambientais.

Muitas empresas percebem que, após superar os desafios de adaptação no desenvolvimento de um grande cliente no exterior, o resultado final é a geração de um círculo proativo e sistêmico em toda a cadeia, melhorando não somente as empresas individualmente, mas todo o meio em que elas estão inseridas. Assim, a cadeia produtiva internacional trabalha para, além de gerar riquezas em nível global, gerar um mundo com políticas mais sustentáveis e com melhores condições laborais.

Para saber como internacionalizar sua empresa, entre em contato com a UNQ Import Export.

Texto: Renato Barata Gomes, diretor da UNQ Import Export. Originalmente publicado no jornal A Tribuna, de 11/01/2017. 

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Exportações surgem como opção para suprir baixa demanda interna

Matéria publicada no jornal A Tribuna de 03/01/2016.

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Vale a pena importar revestimento da China – Pedras Industrializadas

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Nesta série sobre importação de revestimentos, já abordamos o xodó da região, o porcelanato, e também o papel de parede. Com histórias e características diferentes, vimos que o profissionalismo e a capacitação podem oportunizar grandes resultados para ambos no que tange a compra no exterior, particularmente na China. Para o primeiro, a especialização a grandes formatos com produção em escala fez com que o Brasil pudesse contar com produtos importados de qualidade e com melhor preço, permitindo que a indústria local se aprimorasse em produtos diferenciados e com maior valor agregado. Sobre o papel de parede, a história de desenvolvimento na China fez com que a especialização viesse com a experiência de uso. Hoje, com tecnologia avançada e departamentos específicos de pesquisa e desenvolvimento de tendências, a maior parte deste produto no mercado brasileiro é proveniente da China, que oferece qualidade, inovação e preços atrativos.  Outros possíveis produtos também oferecem oportunidades de bons resultados na importação. As pedras manufaturadas, muitas vezes conhecidas pelos seus nomes comerciais, são possibilidades a explorar. Afinal, vale a pena importar?

Quartzo Stone

As pedras produzidas a partir do quartzo são mais conhecidas no mercado pelo nome da empresa espanhola pioneira no desenvolvimento, Silestone. O valor da marca é tanto que o preconceito sobre o produto chinês é maior que o habitual. Diferentemente do que se pensa, no entanto, a qualidade do material produzido não perde em nada para o seu concorrente famoso. É preciso, claro, encontrar uma empresa com qualificação para atender e entender as necessidades do mercado brasileiro. Os diferentes designs apresentados pelos asiáticos são oferecidos ao mundo e o importador precisa fazer um bom filtro na hora da escolha, já que a própria cultura de produtos claros e brilhosos conduz a preferência brasileira. A grande oferta de empresas chinesas tem gerado melhores condições de compras, seja nas quantidades mínimas, seja nos valores. Este excesso de empresas, por outro lado, pode confundir o comprador brasileiro sem experiência, já que o proporcional de empresas ruins promove mais possibilidades de caminhos sem sucesso.

Corian

Tido como um dos mais versáteis e inteligentes revestimentos, afinal ele pode ser moldado à imaginação dos arquitetos e aos diferentes ambientes, o Corian também pode ser encontrado na China. Não pelo nome da marca, mas sim pela matéria-prima utilizada, resina acrílica. Pelo fato de ter um valor agregado maior, justamente por essa condição de tecnologia presente, a importação de grandes volumes demanda maior investimento antecipado. Como temos visto aqui, não é preciso grandes quantidades para viabilizar a importação e este é mais um caso. O importador brasileiro precisa entender, no entanto, o mercado que vai atender para planejar bem e não ficar sem estoque, tendo a continuidade do seu negócio comprometida.

Resultados de uma oportunidade bem aproveitada

Para produtos que demandam padrão de continuidade, o acompanhamento na origem é muito importante. Parcerias bem difundidas e inspeções periódicas são mecanismos que certificam a qualidade do produto importado. Além disso, claro, é importante negociar antecipadamente as contrapartidas em caso de desvios de qualidade padrão. Afinal, mesmo com inspeções, é possível que os problemas aconteçam e estar preparado para isso pode ser o diferencial. Sem dúvidas, a importação de pedras artificiais industrializadas tem um potencial muito extenso e intenso. O mais importante é conhecer bem o mercado que se pretende atuar e contar com a experiência suficiente para tratar os detalhes do mundo dos negócios.

Por ora era isso! Na Zdrowie!

Marcelo Raupp
marcelo.raupp@unq.com.br

Quer saber como importar revestimentos? Entre em contato com a UNQ Import Export.

Texto originalmente publicado no jornal A Tribuna, de 04/01/2017.

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Retrospectiva 2016 no cenário internacional brasileiro

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A coluna de hoje traz alguns dos fatos marcantes que impactaram as relações internacionais do Brasil.

Oscilação cambial impactou diretamente as estratégias de comércio internacional

A instabilidade política, representada principalmente pelos resultados da operação lava jato, do impeachment da ex-presidente Dilma e da conturbada transição de governo para o presidente Temer influenciaram a variação cambial de importantes moedas, como o dólar e o euro, que chegaram a oscilar 25%, impactando as importações e exportações brasileiras.

Exportação voltou a fazer parte do planejamento estratégico das empresas

A depreciação do real frente ao dólar americano trouxe a exportação novamente para dentro do planejamento estratégico das empresas, principalmente as pequenas e médias, que passaram a considerar a exportação como uma oportunidade para superar a crise econômica instalada no Brasil.

Governo lançou programa de desburocratização do comércio exterior

Apesar do câmbio favorável para a exportação, muitas empresas reclamam de burocracia excessiva, de falta de infraestrutura portuária e de transporte e de leis muito complexas. Atendendo às reclamações de empresários, o governo anunciou o Plano Nacional de Exportação e o Portal Único do Comércio Exterior, visando dar maior suporte à promoção comercial, reduzir a burocracia, aumentar o crédito, maior incentivo tributário e maior integração entre empresas e órgãos anuentes, reduzindo o tempo de liberação de produtos na exportação e na importação.

Brexit atrapalha fortalecimento de acordos Brasil e União Europeia

A saída do Reino Unido da União Europeia ocorreu bem no momento em que o Brasil anunciava a intenção de fortalecer acordos bilaterais e multilaterais com países membros da União Europeia. Este fato atrapalhou o andamento das negociações.

Vitória de Donald Trump gera dúvidas sobre acordos entre Brasil e EUA

O fortalecimento comercial com os Estados Unidos era outra prioridade do atual governo federal brasileiro. A vitória de Donald Trump e algumas de suas propostas de campanha levantaram alertas sobre a sequência das negociações destes acordos.

Brasil, pátria educadora

No âmbito da educação internacional, em 2016, o governo federal cancelou o projeto Ciências Sem Fronteiras, um programa de bolsas de capacitação no exterior para estudantes Brasileiros, um projeto muito enriquecedor para a troca de conhecimento internacional.

Morte de Fidel abre brecha para reformulação político-econômico em Cuba

Fidel Castro é visto como herói para muitos e como um cruel ditador para outros tantos. Sem dúvida foi um líder político marcante e polêmico. Sua morte enfraquece a esquerda latino-americana e abre uma brecha para uma nova discussão sobre o sistema político-econômico em Cuba, e sua relação comercial com o resto do mundo.

Para saber mais sobre o mundo dos negócios, entre em contato com a UNQ Import Export.

Texto originalmente publicado no jornal A Tribuna, de 28/12/2016.

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Vale a pena importar revestimento da China – Papel de Parede

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Na outra semana, começamos a tratar da possibilidade de importar revestimentos da China. Vimos que as empresas tiveram que se adequar sobre a realidade do porcelanato Chinês e o próprio Governo Brasileiro buscou alternativas para salvaguardar o mercado, que seguia por um caminho guiado sem profissionalismo. Hoje, este mercado volta a ser administrado por empresas com capacitação e permite o bom uso do produto importado, mantendo preços competitivos para o consumidor final e opções com mais qualidade na ponta também. Além do porcelanato, no entanto, existem possibilidades para os mais variados gostos no que tange a revestimento. A abordagem hoje é sobre papel de parede. Afinal, vale a pena importar?

O Papel de Parede

A história do papel de parede começou há muito tempo, com indícios do uso do mesmo na China nos anos 200 antes de Cristo. Era produzido do arroz e totalmente branco, criado para sanar as necessidades básicas do revestimento. Alguns anos depois, para atender as vaidades dos altos graus hierárquicos, buscou-se cores através de pintura artesã em pergaminhos vegetais. Apenas a partir do século XVI é que a Europa começou a ter contato com os papéis de parede chineses, adequando ao uso decorativo da arquitetura contemporânea. Hoje, é usado para criar ambientes, mudar suas características e atender as diferentes necessidades e perfis do mundo moderno. Pela própria história de desenvolvimento, a China se especializou no produto e atende a todas essas variantes com design moderno, tecnologia pioneira e preços atrativos.

A Importação da China

Não há como negar a capacidade da China na produção em escala e custos menores. O que tem se visto de diferencial nos últimos tempos, no entanto, é a capacidade de desenvolvimento de novos produtos. Por este motivo, e pela expertise desenvolvida ao longo da história, os papéis de parede disponíveis no mercado são basicamente provenientes da China, mesmo que muitas vezes comprados no Paraguai. No Brasil, há apenas uma empresa produtora de papel de parede que tem se adequado conforme as realidades desenvolvidas no país asiático.

É preciso importar grande quantidade?

Esta é uma questão comum no mercado e a resposta é simples: não é preciso grande quantidade para viabilizar uma importação. É preciso apenas importar uma quantidade suficiente para tornar os custos logísticos viáveis. Essa análise e orientação pode ser feita por uma empresa especializada no assunto como a UNQ. A importação de papel de parede tem, no entanto, a particularidade da grande diversidade disponível e da sazonalidade, afinal é preciso estar atento às tendências. É importante entender o que comprar e começar com menor variedade para não correr o risco de ficar sem estoque para algum design em específico e não poder atender ao mercado, prejudicando a continuidade do negócio.

Resultados de uma oportunidade bem aproveitada

Como temos falado aqui constantemente, o risco da compra existe em todo lugar, seja ela feita no Brasil ou fora. Para aproveitar os resultados de uma oportunidade, tão importante quanto a compra em si, é o planejamento e o desenvolvimento do produto de qualidade, do fornecedor de confiança e da relação do negócio. Ter uma empresa parceira que faça este trabalhar poderá propiciar os ganhos de uma importação direta e certamente dará mais tranquilidade para guiar o foco na venda dos produtos comprados.

Por ora era isso! Na Zdrowie!

Marcelo Raupp
marcelo.raupp@unq.com.br

Para saber como importar revestimentos e outros produtos, entre em contato com a UNQ Import Export.

Texto originalmente publicado no jornal A Tribuna, de 22/12/2016, Criciúma-SC.

 

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Brasil ainda tem muito potencial de otimização em suas exportações

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Segundo o Banco Mundial, em 2014, as exportações brasileiras de bens e serviços representavam apenas 12% do PIB, ao passo que a média mundial, considerando tanto países desenvolvidos como países emergentes, é de 30%. Este é um dado alarmante e mostra como o Brasil ainda precisa melhorar muito no que tange ao suporte aos seus exportadores.

Pesquisa revela desafios à competitividade das exportações brasileiras

No início de 2016, respondi um questionário de uma pesquisa intitulada “Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras”, realizado pela Confederação Nacional da Indústria em parceria com a FGV. O estudo buscava entender a visão de empresas brasileiras com relação aos entraves encontrados por elas em suas exportações. A maioria das empresas entrevistadas foram de pequeno e médio portes, que possuem a exportação como atividade frequente, e exportam há mais de 5 anos. No final de setembro recebi o relatório desta pesquisa e compartilho aqui 3 desafios importantes enfrentados pelos exportadores brasileiros. 

3 desafios importantes enfrentados pelos exportadores brasileiros          

1 – Custo Brasil:

Com relação ao Custo Brasil, os principais obstáculos enfrentados são:

  • Altos custos de transporte e portuários;
  • Falta de competitividade devido aos altos tributos;
  • Instabilidade cambial que gera insegurança aos empresários;
  • Altas taxas de juros sobre financiamentos às exportações.

2 – Excesso de burocracia

Os principais entraves da alta burocracia brasileira são:

  • Leis conflituosas, complexas com alteração frequente;
  • Excesso de complexidade dos documentos de exportação;
  • Demora para liberar os processos de exportação;
  • Greves de profissionais envolvidos nas atividades de exportação;
  • Falta padronização entre os órgãos fiscalizadores;

3 – Dificuldade de implementar ações comerciais no exterior

Exportadores enfrentam os seguintes desafios nas estratégias comercias:

  • A falta de apoio do governo nas ações de promoção internacional;
  • Dificuldade na prospecção de mercados potenciais;
  • Marketing pouco efetivo no mercado-alvo.

3 ações de melhoria podem ser tomadas para otimizar as exportações no Brasil

Precisamos da tão falada reforma tributária para desonerar o custo de produção dos fabricantes brasileiros. Precisamos da digitalização e integração de processos, com menos papel e burocracia operacional. Finalmente, precisamos de uma maior aproximação dos fabricantes com empresas especializadas em comércio exterior, com o intuito de tornar as estratégias internacionais mais eficazes.

Para saber como exportar, entre em contato com os especialistas da UNQ Import Export.

Texto originalmente publicado no jornal A Tribuna, de 14/12/16.

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Vale a pena importar revestimento da China – Porcelanato

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No mesmo momento que vivemos a busca pela redução de custos, haja vista o cenário econômico, encontramos também um mercado à procura do diferenciado, ansioso por arquitetura moderna e disposto a investir para ter modelos exclusivos. Estes dois opostos, o do custo baixo e o do diferenciado, certamente podem ser trabalhados na China no que diz respeito a diversos tipos de revestimentos. Por isso, esta abordagem especial sobre o tema dividido em partes, começando hoje pelo xodó da região, o Porcelanato.

A Importação de Porcelanato

Visto como um produto de alto valor agregado desde que surgiu na Itália, o Porcelanato teve o seu paradigma quebrado com a produção de grandes formatos em escala na China nos anos 2000. Esta possibilidade de receber um produto diferenciado com menor valor abriu diversas portas no mercado e mudanças começaram a acontecer. No Brasil, as indústrias tiveram que se adequar, já que não podiam competir em custo com esta nova realidade. Abriram a linha produtiva para produtos com características distintas e especiais e, algumas delas, viram a importação como forma de manter o mix de oferta o mais completo possível. Por outro lado, a popularização do produto atingiu um patamar tão intenso que foi preciso criar algumas barreiras aos aventureiros, que começaram a utilizar a oportunidade de forma negativa. Dois exemplos caracterizam bastante a situação. O primeiro deles foi encontrar em Goiânia um caminhão à beira da rodovia vendendo porcelanato como se fosse melancia. O outro foi saber que o dentista de um alto executivo da indústria cerâmica importou diretamente o produto para o seu novo consultório e pediu a ajuda deste para vender o que havia sobrado. A partir disso, e de outros casos piores na perda da qualidade e problemas com o produto, que foram criadas algumas situações para evitar essa ‘prostituição’ do mercado.

As Barreiras Encontradas

Há alguns anos, com o objetivo de salvaguardar a indústria, não pelo baixo custo em si, mas pelo mau uso das possibilidades pelos aventureiros, o Governo Brasileiro implantou o chamado antidumping, uma sobretaxa na importação do porcelanato chinês. A decisão não impediu que as importações continuassem, embora o custo e a burocracia tenham aumentado, mas limitou as ações daqueles que não fazem este papel com profissionalismo. Com isso, o mercado voltou a ter mais parcimônia e possibilitou o trabalho das oportunidades sem o ônus generalizado.

As Soluções e Possibilidades

Com as barreiras criadas, o mercado voltou a trabalhar de forma inteligente e algumas soluções especializadas surgiram. Além da China, buscou-se outras fontes de porcelanatos de grandes formatos com o desenvolvimento de parceiros na Índia e no Vietnã, evitando a sobretaxa da importação. Além disso, porcelanatos esmaltados, os quais não são alvo da ação antidumping, também foram opções trabalhadas na China, embora o país não tenha conseguido ainda se especializar no assunto. Este caminho deu espaço para empresas com capacitação buscarem a melhor solução para manter a viabilidade do negócio, oportunizando as vantagens competitivas provenientes da importação.

Resultados de uma oportunidade bem aproveitada

Indubitavelmente, os benefícios de importar porcelanato são intensos. As possibilidades de produtos são maiores e os valores mais competitivos, o que promove a melhor condição de compra do consumidor final. Essa característica, acima de tudo, permite que as empresas possam trabalhar produtos de baixo custo e também de alto valor agregado. Para isso, claro, precisa de uma empresa que entenda as particularidades e possa dar o resultado esperado, como a UNQ faz. Assim, a empresa estará preparada para atender diferentes tipos de público, os quais, independentemente se procuram custo ou diferenciação, estão cada vez mais exigentes. Na condição de gerenciar isso bem é onde estão os resultados.

Por ora era isso! Na Zdrowie!

Marcelo Raupp
marcelo.raupp@unq.com.br

Saiba mais sobre o assunto entrando em contato com a UNQ Import Export.

Texto originalmente publicado no Jornal A Tribuna, Criciúma, 07/12/2016.

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4 vantagens de realizar comércio com o Mercosul

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 Muito se discute sobre a real importância do Mercosul para os negócios internacionais de empresas brasileiras. O Mercosul é um acordo de integração econômica iniciado em 1991. Atualmente, o bloco é composto pelos chamados Estados Parte e Estados Associados. Os Estados Parte são Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela, e a Bolívia que se encontra em processo de adesão. Os Estados Associados são Chile, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname. Os principais objetivos do Mercosul são:

  • Livre circulação de bens, serviços, por meio da redução das barreiras;
  • Harmonia comercial através de uma classificação tarifária padronizada;
  • Coordenação de políticas macroeconômicas e setoriais entre os Estados Partes;
  • Fortalecer continuamente o processo de integração do bloco.

Para se ter uma ideia, estima-se que o comércio dentro do Mercosul se multiplicou por mais de 12 vezes em duas décadas. Mais de 80% das exportações brasileiras para o bloco é composta de produtos industrializados, quebrando o paradigma de que o Brasil é somente exportador de matéria-prima. Nesta coluna, cito 4 vantagens de realizar comércio com o Mercosul:

1 – Redução de impostos na comercialização entre membros do Mercosul

De forma prática, no dia a dia das empresas brasileiras, o maior benefício para nossas empresas que exportam para Estados Parte e Associados do Mercosul, é que os produtos fabricados no Brasil podem entrar nos países parte e nos países associados sem a incidência de um imposto chamado de imposto de importação. O imposto de importação, para se ter uma ideia, pode variar de 2% até 35% em importações formais.

2 – Menores distâncias reduzem o tempo de entrega e o custo de estoque

Como os países do Mercosul possuem proximidade geográfica, as distâncias percorridas no transporte de mercadorias são menores. Assim, o planejamento de reposição de estoque fica mais simples e mais barato, pois o estoque de segurança pode ser menor do que quando se importa da Ásia e Europa, por exemplo.

3 – Desenvolvimento de linhas de financiamento para comércio no Mercosul

Acordos entre bancos de desenvolvimento de Estados Partes e Associados, visam a criação de linhas de crédito específicos para empresas que comercializem produtos dentro do bloco, fortalecendo a integração econômica do mesmo.

4 – Desburocratização e agilidade nos processos de importação e exportação

Busca constante de desburocratização e maior agilidade no comércio internacional entre os países do Mercosul. Um exemplo é um projeto que visa validar as assinaturas digitais nos certificados de origem digitais em transações comerciais entre Estados Parte, simplificando assim seus procedimentos comerciais.

É importante que as empresas conheçam as vantagens inerentes ao comércio exterior e as trabalhem de forma a criar alternativas para expansão comercial, principalmente nestes momentos difíceis de crise.

Para saber mais, entre em contato com a UNQ Import Export e descubra como sua empresa pode se beneficiar do comércio exterior.

Coluna originalmente publicada no Jornal A Tribuna, Criciúma, 30/11/2016

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